Vivemos na atualidade o
custo da dignidade. A dignidade não tem preço, mas, infelizmente, muitas
pessoas estão dispostas a vendê-la por muito pouco. Em um mundo onde o
dinheiro, o poder e os interesses pessoais muitas vezes falam mais alto do que
os princípios. Manter a própria dignidade tornou-se um verdadeiro ato de
coragem.
Há momentos na vida em
que somos colocados diante de escolhas difíceis. Aceitar vantagens que ferem
nossos valores, silenciar diante das injustiças para não perder oportunidades
ou abrir mão da nossa verdade para agradar aqueles que detêm algum tipo de
poder. É nessas horas que revelamos quem realmente somos!
Reflexões
O preço da dignidade,
muitas vezes, é a solidão, a renúncia e a coragem de dizer não quando todos
esperam que digamos sim. É perder benefícios sem perder a consciência, fechar
portas sem abandonar os princípios e seguir em frente mesmo quando o caminho da
honestidade parece mais difícil.
Quem preserva a
dignidade pode até perder dinheiro, amizades, posições e oportunidades, mas
conserva algo que nenhuma riqueza é capaz de comprar. A paz de olhar para si
mesmo sem sentir vergonha das próprias escolhas.
A dignidade não se mede
pelo que temos, pelo cargo que ocupamos ou pelas pessoas que nos aplaudem. Ela
se revela na maneira como tratamos os outros, na honestidade das nossas
atitudes e na firmeza com que defendemos aquilo em que acreditamos, mesmo
quando ninguém está olhando.
Porque é melhor perder
uma oportunidade do que perder o respeito por si mesmo; melhor caminhar de
cabeça erguida na simplicidade do que viver de cabeça baixa por ter traído os
próprios princípios.
Quem tem dignidade pode
não ter tudo, mas tem o essencial. A liberdade de ser quem é sem precisar
negociar a própria consciência! Autor:
Viana Visão
