Até hoje os vírus,
continua matando milhares de pessoas no mundo parecem que a morte nada significa
para certos idealistas. A morte continua a grande vencedora no descaso humano,
podemos dizer que a vida é coisa secundária para a pobreza em geral. Porque as
prioridades das nações são o poder e as riquezas. Desde muito cedo as guerras começa
com os jovens, com irmãos, e amigos.
Na idade adulta as
pessoas fazem exatamente pela mesma razão poder e riquezas. Estamos vivenciando
guerras em plena naturalidade, como se o planeta estivesse uma maravilha para a
humanidade. Qual é a razão que as nações entram em guerra, a resposta parece
simples. Cada nação sonha dominar o planeta, ditar as regras que só interessa
aos poderosos donos das grandes ogivas nucleares.
Esses idealistas
doentes pelo poder sabem que vivemos um caminho sem volta. Um proverbio afirma
“Os homens apreciarão as mentiras até o fim do mundo, e relatarão anedotas como
nunca ouvistes a você e seus pais” A mentira e a hipocrisia sempre dominou a
humanidade, e assim será até o fim do planeta.
O ser humano alimenta a
contradição, levar humanos à Lua e começar a viver em Marte enquanto a fome, as
doenças e a pobreza afetam bilhões de pessoas aqui no planeta terra. A
realidade é simples, a convivência na terra saiu do controle os bons
sentimentos aliado ao respeito se tornou insustentável. As bombas ditam as
regras, o arsenal bélico desenvolvido por alguns países, tem potencial para
devastar o planeta terra e isto vai acontecer em breve.
Reflexões
O principal problema
psicológico que aflige os ex-combatentes é o transtorno de estresse
pós-traumático, que inclui lembranças do combate, paranoia constante e a
incapacidade de funcionar no ambiente familiar, social e profissional. É o nome
atual do que ficou conhecido como trauma de guerra. Com todos esses custos, sem
levar a mortes e outras consequências não existem vitoriosos.
Um pesquisador diz “a
guerra exerceu uma pressão significativa na seleção da espécie
humana". Os fósseis de humanos
primitivos possuem sinais de ferimentos que poderiam ter sido causados em
batalhas. E, nos dias de hoje, estudos sugerem que as guerras são responsáveis
por dez por cento de todas as mortes entre homens. Parece que as lembranças da
segunda guerra foram esquecidas, pela atual geração de governantes.
Às 8h15 do dia 6 de
agosto de 1945, Hiroshima, com 250 mil habitantes, entrava para a história como
o primeiro alvo de uma bomba atômica. O sacrifício de inocentes para que outros
não morressem. Setenta e cinco anos depois, os bombardeios continuam apenas os
alvos mudaram. Quando os ricos fazem a guerra, são sempre os pobres as vitimas!
Autor: Viana Visão
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